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O Projeto Refazendo nasceu da nossa necessidade de ampliação de produção lá em 2016, após um primeiro carnaval de sucesso!

Por ter sido estagiária do Ministério Público do Estado de São Paulo, Rê Guimarães (nossa fundadora - para conhecer mais sobre ela clique aqui), já havia presenciado muitos casos de ameaças contra mulheres que terminavam em feminicídio (o termo nem existia na época). 

Assim, ao pensar em como e onde buscar mais mulheres para trabalhar com a produção da marca, saiu do óbvio de estudantes de moda e buscou parcerias com ONGs que acolhem mulheres em situação de violência doméstica. 

A ideia foi simples: gerar independência financeira para elas, através da capacitação profissional gratuita (não existem muitas pessoas especializadas na confecção de acessórios no país fora dos barracões de escola de samba), geração de renda pela produção e possibilidade de trabalhar em suas casas, mantendo a proximidade com seus filhos.

É sempre bom lembrar que a Lei Maria da Penha prevê 5 tipos de violência doméstica e familiar contra a mulher: física, psicológica, moral, sexual e patrimonial e, segundo pesquisa realizada pela Allstate Foundation em 2014 nos Estados Unidos, 98% das vítimas de violência doméstica também sofreram abuso financeiro.

Desde então, ampliamos nossas parcerias para realização de cursos com a Casa Maria Maria (que também acolhe mulheres em situação de violência doméstica), Casa Florescer (que acolhe mulheres trans e travestis) e o CEMIR - Centro da Mulher Imigrante e Refugiada (que acolhe mulheres imigrantes e refugiadas).

Também temos parceria com a Liga das Escolas de Samba de São Paulo para capacitar mulheres dos barracões das escolas de samba de São Paulo, em parceria com o SEBRAE e SENAI.

Ainda, nossas artesãs participam gratuitamente de cursos do SEBRAE para abrirem seu MEI (Micro-empreendedor individual), se formalizarem e abrirem a própria marca.

Nosso objetivo maior é que elas saiam dos cursos de capacitação com noções de empreendedorismo, marketing, redes sociais, jurídico, finanças, upcycling (reúso de tecidos), sustentabilidade e adereçagem (carnavalesca e chapelaria inglesa), encontrando um ofício, se inserindo no mercado de trabalho e obtendo uma renda mais estável.

Quer contribuir e amadrinhar uma artesã? Te contamos como em breve!

Caso você esteja sofrendo violência doméstica ligue 180 e acesse este material para mais informações.

Conheça mais sobre o nosso projeto contado por elas: